quarta-feira, 22 de março de 2017

ARROZ PRIMAVERA - ARROZ DE AÇAFRÃO COM MILHO, ERVILHAS E CENOURA

A primavera está aí, embora envergonhada, mas a luz e os aromas denunciam-na.
Este arroz foi inspirado nas cores dos campos do Lis, que já estão por aí floridos. Se há anos em que as margaridas brancas com centro amarelo dominam, este ano tenho encontrado os campos bem mais amarelos.
Por isso, hoje sai um arroz amarelo pintalgado de verde e laranja. Bem bonito, para dar ainda mais cor ao prato, à refeição e à vida :)

Não é que este arroz tenha segredo, mas aproveito para aqui deixar as quantidades já que muitos me perguntam como deixo o arroz branco solto. A maneira de fazer o arroz branco é igual a esta, apenas acrescentei um pouco de açafrão e os legumes.
Não há grandes truques, apenas lavo o arroz, o deixo fritar um pouco no azeite até secar e cozo-o em calor mínimo sem o mexer.
Aqui por casa, o arroz branco simples é sempre o de maior sucesso. E tem grandes vantagens, pois guardado no frigorífico, permite ser aquecido continuando como no primeiro dia. mas pode vestir nova roupa, acrescentando ervilhas cozidas e pequenos cubos de fiambre e ovo mexido, transforma-se em arroz chao chao, pode ser aquecido apenas com um pouco de manteiga ou com queijo para derreter, ser usado num empadão...
Como há apreciadores de arroz com passas, disponho algumas passas sobre metade do arroz enquanto está a cozer e assim agrada a todos.

90% do arroz que uso é carolino, nacional, parte dele integral. Já o arroz agulha, basmati e arboreo ou carnaroli são usados apenas em pratos específicos como caril e risotto.

Ervilhas e cenouras nunca agradam, mas como acompanhavam uns panados de peru, nada restou no prato. Tenha sido dos panados ou da cor do arroz o importante é que alguns legumes foram consumidos.

Fiz assim...

ARROZ PRIMAVERA - ARROZ DE AÇAFRÃO COM MILHO, ERVILHAS E CENOURA


INGREDIENTES
2 medidas de arroz carolino
3,5 medidas de água quente
azeite ou óleo
1/2 cebola média/pequena
2 dentes de alho
sal
1 colher (chá) de açafrão-das-índias
1 cenoura
ervilhas congeladas
milho congelado

PREPARAÇÃO
Descascar e cortar a cenouras em lâminas e depois em cubos pequenos.
Picar finamente a cebola e os alhos.

Num tacho médio aquecer azeite que cubra ligeiramente o fundo.
Colocar a cebola e deixar cozinhar em lume médio até que fique murcha e levemente transparente.
Acrescentar a cenoura e continuar a saltear.
Juntar o arroz lavado e deixar fritar mexendo sempre.
Quando começar a agarrar ao fundo juntar os alhos picados e o açafrão.
Acrescentar a água e mexer bem.
Acrescentar as ervilhas e o milho e tempere com sal.

Diminuir o lume para o mínimo e tapar.
Deixar cozinhar 12 minutos, mas no final de 10 minutos com um garfo provar alguns bagos para ver a consistência.
Desligar e deixar mais 5 minutos tapado.

Desmanchar o arroz com o garfo ainda quente e deixar tapado até o servir com uma colher.


NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Não exagerar na cebola usada, quando em demasia o arroz não fica solto. Se não tiver cebola não haverá grande problema, desde que use os alhos picados;
- Os alhos não devem ganhar cor, por isso, apenas os acrescento quando a cebola estiver pronta;
- Durante a cozedura não mexer o arroz, deixá-lo em repouso;
- Enquanto o arroz coze manter o calor no mínimo (em fogão elétrico nível 2).

quarta-feira, 15 de março de 2017

CREPES À BOLONHESA GRATINADOS

Esta é sugestão que é sempre do agrado dos comensais quer estes sejam pequenos ou graúdos.
Se há refeições que não tem reclamações são aquelas que são gratinadas e que incluem queijo, molho béchamel... ou que incluem massa, carne picada, molho de tomate...
Com estes simples ingredientes permite-se dar a volta a algumas sobras de carne ou peixe, assados ou cozidos.

A carne à bolonhesa é sempre preparada em quantidade que possa ser servida no dia, e para poupar esforços, tempo e recursos, também é reservada ou congelada para outras refeições como empadão, lasanha, cannellonis e outros pratos gratinados. Desta forma, acelera-se uma refeição da semana, quando o tempo é sempre escasso.
Da mesma forma, preparo o molho de tomate e congelo em doses já que todas as semanas é sempre utilizado em várias situações, desde para molho de pizza a arroz de tomate ou algum refogado.
Pode não parecer mas rapidamente se prepara esta refeição durante a semana, quando se tem estes elementos congelados. Apenas o molho béchamel é preparado no momento.

Estas folhas de crepes podem ser preparados no dia anterior, mantidas num prato e fechadas em saco plástico ou até fazer a montagem completa mantendo no frigorífico.
Os crepes poderão ser servidos como nesta sugestão imitando cannellonis gratinados ou com os mesmo ingredientes mas em pratos individuais como nos Crepes de Frango e Cogumelos.

Fiz assim...

CREPES À BOLONHESA GRATINADOS


INGREDIENTES
folhas de crepes
carne à bolonhesa (cozinhada com cebola, alho, aipo, vinho, sal, pimenta, tomate pelado e orégãos)
molho de tomate (cozinhado com cebola, alho, tomate pelado, açúcar, sal, pimenta, manjericão e orégãos)
molho béchamel (temperado com sal, pimenta e noz moscada)
200 g de queijo creme
queijo ralado

PREPARAÇÃO
Fazer as folhas de crepes.
Sobrepor as folhas num prato, para se manterem húmidas e maleáveis.

Preparar o molho béchamel. Reservar.

Numa taça juntar a carne à bolonhesa com o molho de tomate e envolver bem.
Misturar o queijo creme.

Montar os crepes com o recheio da carne.
Dispor os crepes num refratário, cobrir com o molho béchamel e com o queijo ralado.

Levar ao forno até o molho borbulhar ligeiramente dos lados e/ou gratinar.


NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Se não tiver molho de tomate e/ou béchamel, pode ser optar pelo de compra. Embora nunca tenha usado molho béchamel embalado, já usei alguma vezes molho de tomate de frasco, apenas temperado com manjericão;
- Como todos os ingredientes estão cozinhados, basta alguns minutos no forno para gratinar a superfície. Se manteve a montagem no frigorífico, então deixar no forno mais alguns minutos, até borbulhar ligeiramente, para que os crepes aqueçam por dentro também;
- Se preferir aquecer a carne e misturar o molho de tomate, porque estando congelados assim lhe facilita o processo, deixar arrefecer a mistura antes de envolver o queijo creme, para que este não deslasse.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

MALASSADAS

Estamos no carnaval e como o frio e a chuva ainda espreitam, apetecem mesmo umas Malassadas e uma chávena de lúcia-lima ;)
As Malassadas são típicas da ilha de S. Miguel, Açores.
São fritos doces, rústicos mas muito saborosos.
Ótimos para um lanche, acompanham um queijo fresco ou carnes frias, em substituição de pão.

A massa faz-se num instante (e até pode ficar à espera no frigorífico se for preciso) e a fritura também é rápida.
O difícil mesmo é comer uma só.
Gosto delas no dia em que são feitas, o aroma da massa fermentada traduz em pleno o que me faz gostar de massas lêvedas.
Se houver sobras, guardadas em caixa fechada são boas no dia seguinte, o açúcar da cobertura amolecerá e a massa ficará mais húmida.

A massa é em tudo parecida com os Bolos lêvedos açorianos, apenas em vez de serem assados numa placa quente são fritos. Quem é fã de Bolos lêvedos vai gostar de Malassadas. A receita que usei é a do capítulo Madeira e Açores do livro Na rota das Descobertas. Na Cozinha Tradicional Portuguesa da Maria de Lurdes Modesto a massa não inclui manteiga e substitui-se o leite, quase na sua totalidade, por sumo de laranja. Já experimentei as duas versões e o aroma da laranja acaba por não se destacar.

Bom Carnaval! E como se diz, no carnaval ninguém leva a mal...assadas :)

Fiz assim...

MALASSADAS


INGREDIENTES

Versão 1 - Rota das Descobertas:

Massa fermentada:
30g de fermento biológico fresco ou 1,5 colher (chá) de fermento biológico seco
35g de açúcar
40g de água
50g de farinha de trigo T65

Massa:
500g de farinha de trigo T65
50g de leite
35g de manteiga à temperatura ambiente
50g de açúcar
20g de aguardente
4 ovos
pitada de sal

azeite ou óleo para fritar
açúcar para polvilhar ou açúcar e canela

PREPARAÇÃO
Numa taça pequena colocar os ingredientes da massa fermentada.
Mexer e deixar em repouso por 30min..

Numa taça grande colocar os ovos e bater com a vara de arames.
Acrescentar o açúcar, o leite, a aguardente, o sal e a manteiga e bater com a vara de arames.
Juntar a farinha e amassar com a colher de pau.

Tapar a taça com um pano ou colocar dentro de uma saco plástico e deixar levedar cerca de 2h.

Aquecer o azeite ou óleo.
Com as mãos molhadas retirar pequenas porções de massa e esticar com os dedos para formar um círculo fino no centro.
Colocar para fritar.
Assim que ganharem cor, virar com a ajuda de uma pinça e fritar do outro lado.
Escorrer rapidamente sobre papel de cozinha.
Passar por açúcar.

No robot de cozinha:
Colocar no copo o fermento, o açúcar e a água. Programar 10s/vel.3.
Acrescentar a farinha e programar 10s/vel.3.
Baixar com a espátula o que ficar nos lados do copo e programar 10s/vel.3.
Deixar repousar 30min.
Acrescentar o leite, a manteiga, o açúcar, a aguardente, os ovos e o sal e programar 10s/vel.5.
Acrescentar a farinha e programar 2min/vel. espiga.
Retirar a massa para uma taça, tapar e deixar levedar cerca de 2h.


De outras frituras...

NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Pode aromatizar a massa com raspa de limão ou fazendo uma infusão com a água e casca de limão. Deixar arrefecer antes de juntar a água ao fermento;
- O normal é polvilhar apenas com açúcar, mas nesta última foto usei mistura de açúcar e canela.

sábado, 25 de fevereiro de 2017

SALADA DE VERDES COM ABACATE E QUEIJO FRESCO

Não é por não ser verão que não se comem saladas. Fibras são sempre bem vindas.
Acompanham, refrescando uma refeição, quer seja pela textura, sabor ou mesmo pela cor, mas também servem de refeição, mais ou menos ligeira dependendo do apetite ou força de vontade :)

Os abacates são deliciosos. Descrevo-os numa só palavra, untuosidade.
Quando maduros, são cremosos e aromáticos e tanto permitem obter uma pasta quando esmagados, como também cortar em cubos ou fatias.
Este ano foi um ano de abacates aqui em casa. O abacateiro carregou. Não os aproveitei ao máximo porque esperei que amadurecessem um pouco mais ainda na árvore e depois a geada acabou por estragar parte deles.
Embora tenha preparado várias refeições com eles, nas versões salgadas (saladas, massas simples ou granitanadas, guacamole...) ou doces (musse de chocolate, com vinho do porto...) a maior parte dos abacates acabou por serem comidos diretamente da casca, à colherada, servindo de lanches e pequenos-almoços fabulosos :D
Abacate liga muito bem com coentros, sumo de limão ou lima e azeite.

Esta salada é de preparação bem simples, com ingredientes que tenho sempre no frigorífico.
É na simplicidade dos preparos que se extraem os melhores sabores e aromas. Nesta salada o tempero é bem simples, umas gotas de azeite, um pouco de sal e vinagre balsâmico, que lhe confere um toque agridoce.
Agora que alguns dias estão mais quentes sabe lindamente como refeição, mas pode servir como uma salada mais rica de acompanhamento.

Fiz assim...

SALADA DE VERDES COM ABACATE E QUEIJO FRESCO


INGREDIENTES
mistura de folhas verdes: alface lisa/frisada verde/roxa, rúcula, chicória, coentros...
abacate
queijo fresco, mozzarella ou feta
amêndoas ou nozes
sal fino q.b.
azeite q.b.
vinagre balsâmico

PREPARAÇÃO
Lavar e secar bem as folhas verdes. Dispor num prato ou travessa.
Cortar o abacate e o queijo em cubos. Dispor sobre as folhas verdes.
Espalhar as amêndoas.
Temperar com sal, azeite e vinagre.



NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- No fim de lavar as folhas verdes para saladas, gosto de as secar nos centrifugadores de saladas para perderem toda a humidade da lavagem (poderá secar as folhas com papel de cozinha) para que o tempero adira bem às folhas sem a camada de água o arraste para o fundo da taça. Assim, também se usará menos tempero;
- Gosto de pulverizar o azeite e o vinagre para usar menos quantidade e ficar mais espalhado sem ter que remexer muito a salada;
- Em saladas como esta mantenho os grupos de ingredientes para ter texturas e contraste distintos:
          - folhas verdes
          - legume/fruta de destaque/temática
          - sementes/frutos secos
          - algo adocicado (passas de uva no caso de não ter sido utilizada fruta)
          - tempero, com equilíbrio da gordura e acidez [azeite ou outro óleo, vinagre (cidra, vinho, aromático ou balsâmico) ou sumo de citrino (limão, laranja, tangerina...) ou mesmo de ananás]
- Se for usado o queijo feta não costumo acrescentar sal na restante salada para contrabalançar;
- Outros ingredientes podes ser acrescentados como azeitonas, ovo cozido, alguns croutons...
- Se a salada servir de refeição uso por pessoa +/- 50g de folhas verdes, 1 abacate, 1 queijo fresco, 10 amêndoas.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

MINI-QUEQUES DE FRAMBOESA

Tal como o amor, estes queques são do mais simples que há.
Sem grandes preparações, sem grandes coberturas, simples e verdadeiros, não mentem e não traem... a nossa dieta. Não há lugar a sentimento de culpa ao comer mais que um :)

Costumo fazer esta receita para momentos imprevistos, quando apetece um pequeno bolo a acompanhar um chá. Então, nestes dias frios e chuvosos tem sido uma tendência. Nesta variação corei a massa e acrescentei framboesas.
É uma receita pequena para demorar pouco tempo a assar, enquanto se janta, por exemplo.
Asso estes mini-queques numa máquina semelhante à de waffles que ganhei num concurso, mas pode ser usado o forno, em formas metálicas, de silicone ou papel, tabuleiro apropriado, ou mesmo na máquina de mini-donuts ou de waffles.
Se tiver que duplicar a receita, então prefiro assar no forno para assarem todos em simultâneo.

É uma massa simples e aromática com um apontamento cremoso dado pela framboesa.

Fiz assim...

MINI-QUEQUES DE FRAMBOESA


INGREDIENTES
Rende 24 mini-queques:

1 ovo
75g de açúcar
50ml de óleo
1 colher (sopa) de vinho do porto
1 colher (chá) de extrato de baunilha
100ml de leite
1-2 gotas de corante vermelho
150g de farinha de trigo T65
2 colheres (chá) de fermento em pó

framboesas frescas ou congeladas

PREPARAÇÃO
Numa taça bater o ovo com o açúcar.
Acrescentar o óleo, o vinho do porto e a baunilha.
Juntar o leite e o corante e mexer até que fique homogéneo.
Acrescentar a farinha e o fermento e bater rapidamente.

Untar a forma metálica de mini-queques ou passar spray desmoldante.

Encher as forminhas quase completamente.
Dispor no centro de cada forminha uma framboesas inteira. Empurrar com o dedo.
Deixar cozinhar 9-10min. ou levar ao forno pré-aquecido a 180ºC até que fiquem com a superfície dourada.

Desenformar e deixar arrefecer sobre uma grelha.


NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Em vez de framboesas podem ser usados cubos de maçã, aromatizando a massa com canela em pó ou usar um cubo de chocolate negro aromatizando a massa com cacau.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

GRANOLA CASEIRA LIGHT

Geralmente o meu pequeno-almoço é uma taça de iogurte natural (do mar Cáspio) com flocos de cereais integrais e frutos secos, ou com fruta cortada.
Para mim estes são, literalmente, os cereais de pequeno-almoço. Dos industrializados apenas consumo os Corn Flakes sem açúcar adicionado e os Weetabix. Como prefiro os cereais estaladiços sirvo-os com iogurte.

E porquê fazer granola em casa quando se pode comprar das mais variadas marcas e sabores? A granola caseira é muito mais barata, por menos de quatro euros fazemos quase 1kg de granola, que dura algumas semanas. Outra vantagem, e esta será para mim a maior das vantagens, é conhecer os ingredientes e eliminar os açúcares adicionados. Os flocos de aveia usados, por exemplo, têm <1g de açúcares /100g.

Chamo a esta granola, Granola Light porque não incluo açúcares, sejam eles o açúcar branco, mascavado ou amarelo, mel, geleia de milho, xaropes de ácer ou de agave... A granola original inclui gordura e açúcar, esta pode ser mais insípida, mas de certeza que é mais saudável.

Se em tempos fazia uma calda de gordura derretida, óleo de coco, azeite ou manteiga de amendoim por exemplo, com mel ou xarope de agave para envolver nos cereais, já há muito que opto pelas misturas mais simples. E posso garantir que é uma questão de hábito, não é necessário qualquer elemento doce. E se este for mesmo imprescindível, pelo menos no início, para alguém, então pode adicionar passas de uvas ou figos ou tâmaras picadas, um fio de mel ao servir ou pequenos pedaços de chocolate negro com >80% de cacau.

Para que a granola agrade a todos, faço uma mistura base e depois cada um pode completar com outros ingredientes.
Ao servir poderá polvilhar com canela ou cacau em pó, com coco ralado, completar com sementes ou fruta fresca.

Fiz assim...

GRANOLA LIGHT


INGREDIENTES
200g de flocos integrais grossos de aveia
150g de flocos integrais de centeio
150g de flocos integrais de cevada
300g de frutos secos variados (noz, avelã, cajú, amêndoa...)

Para completar:
canela moída
cacau em pó
passas de uvas
corn flakes

PREPARAÇÃO
Espalhar os flocos num tabuleiro grande.
Levar ao forno pré-aquecido a 180ºC durante 20min..
Durante esse tempo remexer os flocos para que dourem por igual.
Retirar os flocos para uma taça grande e dispor no tabuleiro os frutos secos.
Levar ao forno cerca de 10-15min., remexendo, até que fiquem crocantes.
Retirar, misturar com os flocos e deixar arrefecer.

Guardar em frasco ou caixa hermética.

Granola de aveia, centeio e cevada e frutos secos

 Granola de aveia e frutos secos (a mistura vai ao forno em simultâneo)

NOTAS, MAS NÃO MENOS IMPORTANTES
- Faço a granola quando tenho de usar o forno, assim poupa-se energia;
- Deixe os flocos ficarem bem dourados para permanecerem estaladiços durante mais tempo. Querendo-os ainda mais estaladiços envolva-os num fio de azeite antes de irem ao forno;
- Se optar pela canela ou cacau, gosto de a misturar no fim dos flocos frios ou apenas ao servir. Prefiro não levar ao forno os aromas;
- Se apenas usar flocos de aveia, estes assam mais rapidamente no forno que os restantes, pelo que pode misturar logo os frutos secos e levar tudo ao forno em simultâneo.